quarta-feira, janeiro 27, 2010
Consultoria em AUTOMANEJO: Brasil eleva contraindicação de remédio para emagrecer proibido na Europa
Brasil eleva contraindicação de remédio para emagrecer proibido na Europa
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), órgão responsável por regular os medicamentos no país, ampliou a contraindicação para o uso da sibutramina, uma das substâncias para emagrecer mais usadas no Brasil e que foi proibida na Europa.
O medicamento tem venda controlada no Brasil, com retenção de receita. Além de pesssoas com histórico de distúrbio alimentar, aqueles que apresentaram doenças cardiovasculares serão aconselhados a não fazer uso do remédio.
O alerta brasileiro segue a posição norte-americana sobre a utilização do medicamento. Nos Estados Unidos, a FDA (Food and Drug Administration) também ampliou sua contraindicação, estendendo-a igualmente a pessoas com histórico de problemas cardiovasculares (entre eles, a hipertensão).
O motivo é a elevação do risco de infarto e AVC (derrame), demonstrado em um estudo que acompanhou mais de 10 mil pacientes durante seis anos. Segundo a pesquisa, chamada Scout, as chances de eventos cardiovasculares aumentam 16% com a utilização da sibutramina, presente na composição de remédios como Meridia, Reductil, Sibutrex e outros, incluindo manipulados.
A Anvisa realizará em fevereiro uma reunião com a Cateme (Câmara Técnica de Medicamentos), cujos especialistas definirão uma recomendação ao órgão.
Falsificações
A FDA também alertou, na última semana, sobre a venda de versões falsificadas do medicamento Alli (da GlaxoSmithKline), que tem como princípio ativo o orlistat (o mesmo do Xenical) e comercialização livre nos Estados Unidos.
Testes de laboratório demonstraram que os remédios piratas, bastante vendidos pela internet, contêm sibutramina (que não está na fórmula original) e podem, portanto, elevar o risco cardiovascular. Exames apontaram a presença de até o dobro da quantidade máxima da substância prescrita por dia.
Os efeitos mais imediatos dessa alta dosagem são palpitações, insônia, ansiedade, náusea e aumento súbito da pressão arterial.
| Editoria de Arte/Folha Imagem | ||
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domingo, janeiro 24, 2010
Os segredos para ficar bem na pista de dança
24/01/2010
Os segredos para ficar bem na pista de dança
As pessoas ao lado do bar estão segurando firmemente seus drinques. Um pouco mais próximo da pista de dança, as pessoas estão balançando de acordo com o ritmo, enquanto sob o globo de discoteca outros estão totalmente soltos, demonstrando criatividade e coordenação -ou pelo menos tentando.
É uma cena familiar em toda discoteca. Mas o que exatamente acontece conosco quando o ritmo nos pega? Por que algumas pessoas se enchem de confiança na pista de dança, enquanto outras parecem ficar presas aos bancos no bar? E talvez mais importante: quais estilos de dança apresentam maior probabilidade de encontrar um(a) parceiro(a) potencial?
Se o psicólogo Peter Lovatt estiver correto, três fatores influenciam quão confiantemente um indivíduo se move na pista de dança -e quão atraente o outro gênero considerará o desempenho. Esses fatores são idade, gênero e genes.
Lovatt, um professor de psicologia da Universidade de Hertfordshire, perto de Londres, que é conhecido como "Dr. Dança", baseia suas conclusões em um trabalho de campo rigoroso. Em janeiro de 2009, Lovatt visitou uma discoteca em sua universidade -para fins puramente científicos, é claro. Sua missão era descobrir qual estilo de dança era o mais atraente para o sexo oposto e o motivo.
Desfilando seus passos
Primeiro, seus estudantes mediram os dedos indicador e anelar dos clubbers. Acredita-se que a relação entre os dois dedos indique a quanta testosterona um indivíduo foi exposto no útero. Se o dedo anelar é mais longo que o indicador, isso sugere um alto nível de testosterona pré-natal.
Lovatt e sua equipe observaram a pista de dança atentamente e chamaram de lado certos dançarinos para uma apresentação solo. Os dançarinos selecionados foram então filmados por 30 segundos em uma pista de dança separada que era, segundo Lovatt, "tão animada e barulhenta quanto a pista de dança principal". A equipe então voltou ao laboratório com seus vídeos.
Lovatt então aplicou um filtro nos vídeos, para que só a silhueta dos dançarinos pudesse ser vista, o que significa que qualquer espectador teria que se concentrar exclusivamente em seus movimentos. Ele mostrou os vídeos aos estudantes, que então classificaram os dançarinos em uma escala de cinco pontos, de "muito atraente" a "não atraente".
Os resultados mostraram que as mulheres deram as classificações de mais atraente aos homens com maior nível de testosterona pré-natal. Os homens com menos testosterona receberam as piores classificações. "Os homens podem comunicar seus níveis de testosterona pela forma como dançam", disse Lovatt para a "Spiegel Online". "E as mulheres entendem -sem perceber."
Sutil é melhor
Os homens que deixaram as estudantes excitadas dançavam com grandes movimentos que eram "complexamente coordenados". Mas é uma linha tênue entre atraente e não: aqueles que faziam grandes movimentos, mas apresentavam menos coordenação, passavam a impressão de machos alfa dominantes -e tinham menor probabilidade de conquistar os corações das mulheres. Os pesquisadores também descobriram que o tamanho e complexidade dos movimentos de dança diminuíam de acordo com os níveis de testosterona.
Nas mulheres, a ligação entre o estilo de dança e os níveis de testosterona eram semelhantes -mas a reação dos homens era a oposta. As dançarinas com altos níveis de testosterona moviam mais partes de seu corpo, com seus movimentos sendo um tanto descoordenados, enquanto aquelas com menor testosterona faziam movimentos mais sutis, especialmente com seus quadris. Os estudantes masculinos consideravam o estilo destas últimas mais atraente.
Lovatt diz que entrou em território não mapeado com sua pesquisa. "Há muitas pessoas que trabalham com coisas como terapia de dança, mas atualmente não há ninguém que esteja estudando os aspectos psicológicos da dança usando uma abordagem experimental", ele diz.
Da teoria à prática
Lovatt conhece seu assunto muito bem -ele já foi dançarino profissional até os 26 anos. Ele atuava em musicais em grandes palcos pela Inglaterra e também trabalhou em navios de cruzeiro. A ideia de uma carreira acadêmica mal passava pela sua cabeça na época. Ele nem mesmo sabia ler até os 23 anos, tendo abandonado a escola sem qualquer qualificação. Quando ele olhava para uma página em um livro, "tudo o que eu via era um grande bloco preto".
Lovatt decidiu aprender sozinho a ler. "Eu considerava ridículo não saber", ele lembra. Aos 26 anos, ele recebeu as notas que precisava para ingressar nas universidades da Inglaterra e abandou sua carreira de dançarino profissional. Ele estudou inglês e psicologia e passou a conduzir pesquisas para a Universidade de Cambridge. Ele estava trabalhando em memória e linguagem -"coisas muito teóricas", como ele descreve- quando certo dia, enquanto caminhava pelo campus, pensou: "Este não sou eu. Eu não quero mais fazer isso".
Ele percebeu que sentia falta da dança e do movimento físico. Ele decidiu combinar ambos os interesses e começou a estudar a psicologia das artes performáticas. Ele encontrou uma cadeira na Universidade de Hertfordshire e montou o curso "A Psicologia da Dança". Mas Lovatt não fala apenas de sua pesquisa -ele também dança em suas aulas. Ele se tornou cada vez mais popular entre seus estudantes e o curso foi um enorme sucesso.
Atualmente Lovatt é muito procurado como palestrante. Em outubro passado, ele foi convidado pelo Museu da Ciência em Londres, onde fez uma série de palestras intituladas "Dança, Hormônios e Seleção Sexual". No final de cada sessão, a sala inteira estava dançando.
'Mulheres não gostam deles pequenos'
É fácil entender a pesquisa de Lovatt. Todo mundo pode entender por que as mulheres não se sentem atraídas por homens que mal se movem e exibem pouca imaginação quando dançam. Lovatt sabe disso e ele sabe como vender seu trabalho. Afinal, como dançarino profissional ele aprendeu como entreter e conquistar a plateia. Ele teve que aprender a fazer a mesma coisa verbalmente. Veja, por exemplo, sua explicação do motivo para as mulheres não se sentirem atraídas por homens com movimentos primitivos: "As mulheres simplesmente não gostam deles pequenos e simples".
Em outro estudo, Lovatt apresentou uma série de estilos de dança em um vídeo exibido no site da "BBC". Primeiro, ele dá passos simples da esquerda para a direita, movendo seus braços para cima e para baixo. Então seus passos laterais se tornam mais amplos e ele ergue seus braços mais alto. Depois disso, ele mantém constante o tamanho dos movimentos, mas muda de estilo, curvando os braços, estalando os dedos antes de fazer movimentos circulares com seus braços. Ele conclui fazendo movimentos descoordenados com seus braços.
É pedido aos espectadores que preencham um questionário e que decidam qual dos estilos demonstrados era o mais próximo do seu estilo de dança, em termos de tamanho e complexidade. Além disso, era pedido aos participantes que classificassem seu próprio talento de dança em comparação a pessoas de mesmo sexo e idade semelhante, variando de "terrível" a "excelente".
A resposta foi enorme, com quase 14 mil pessoas participando. "Todos achavam que sua habilidade de dança era acima da média para sua idade", diz Lovatt. Talvez não cause surpresa -afinal, quem deseja admitir ser um completo perdedor no departamento de dança? Mas Lovatt também obteve um resultado menos óbvio, o de que a satisfação com sua própria habilidade de dança -algo que ele chama de "confiança na dança"- se desenvolve de forma diferente nos homens e mulheres ao longo de suas vidas.
Dança como ato social
O grau mais alto de satisfação pode ser encontrado nas garotas com menos de 16 anos. "Elas veem a dança como algo divertido, não como parte de um comportamento de acasalamento", diz Lovatt. Isso muda por volta dos 16 anos. "Entre os 16 e 20 anos, a confiança na dança cai acentuadamente entre as garotas", diz Lovatt. "As garotas começam a ver a dança como um ato social em vez de uma forma de se expressarem. Elas começam a se preocupar com sua aparência e começam a procurar por um namorado."
Mas assim que as mulheres jovens aceitam sua perda da inocência na dança, os índices de satisfação começam a crescer de novo. Dos 20 anos em diante, a opinião delas a respeito de sua própria competência na pista de dança começa a melhorar e continua aumentando até os 35 anos. Depois disso, ela chega a um platô, à medida que os níveis de satisfação começam a estagnar. Dos 55 anos em diante, o valor até mesmo cai. "Isso coincide com a menopausa", diz Lovatt. E não melhora: "A confiança na dança permanece baixa pelo restante da vida da mulher".
O padrão é um pouco diferente entre os homens. Os níveis de confiança deles na dança continuam subindo até meados da faixa dos 30 anos. Ela então fica estagnada antes de começar a cair dos 55 anos em diante. Mas então, surpreendentemente, os homens têm um segundo impulso. Dos 65 anos em diante, eles começam novamente a verem a si mesmos como competentes na pista de dança.
Lovatt acha que isso pode estar ligado à queda da confiança das mulheres mais velhas, o que poderia ter um efeito libertador sobre os homens. "Muitos homens me procuram e dizem: 'Cara, eu sou um dançarino terrível'", diz Lovatt. "Quando pergunto por que, eles respondem: 'Minha esposa é quem diz'". Mas quando as mulheres estão insatisfeitas com sua própria habilidade de dança, argumenta Lovatt, então elas não ficam em posição de criticar seus maridos, que então se sentem livres para soltar seu Travolta interior.
'Você precisa relaxar'
Uma teoria alternativa explica os padrões em termos da seleção natural. "As pessoas otimistas vivem mais", diz Lovatt. "Elas apresentam menor probabilidade de desenvolverem males que ameaçam a vida." Daí ser possível que o percentual de otimistas na população comece a crescer a partir dos 65 anos.
E o que o Dr. Dança prescreve para aqueles que preferem ficar sentados no banco de bar mais próximo, em vez de dançar? "Eu não acho que exista alguém que não consiga dançar", diz Lovatt. "Você não tem que ter medo de seus próprios movimentos, você precisa relaxar."
No final, a mensagem do Dr. Dança é simples: "Solte-se, deixe seu corpo se mover!"
Tradução: George El Khouri Andolfato
quarta-feira, janeiro 20, 2010
Anvisa recebe carta do Criança e Consumo e do Idec
- Anvisa recebe carta do Criança e Consumo e do Idec
18/01/2010
Desde 2006, a Consulta Pública nº 71 da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) gera debates intensos entre representantes do mercado, do governo e de organizações em defesa do consumidor e dos direitos da criança. Trata-se de um levantamento de informações e sugestões para a publicação de uma resolução que pretende regular a publicidade de alimentos dirigida a crianças e que fazia parte da agenda de compromissos da Anvisa em 2009.
No entanto, depois de diversas audiências públicas para discutir a questão, a agência ainda não tem previsão de quando irá publicar a nova regra. Por conta desse atraso, o Projeto Criança e Consumo e o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) enviaram uma carta ao presidente Anvisa, Dirceu Raposo de Melo, e à gerente de monitoramento e fiscalização da publicidade de produtos sujeitos à vigilância sanitária, Maria José Fagundes Delgado, cobrando a publicação da resolução o quanto antes.
“Já existem diversos estudos acadêmicos que comprovam a forte influência da comunicação mercadológica dirigida a crianças nos altos índices de obesidade infantil. Por isso, a regulação de publicidade de alimentos exige medidas imediatas”, diz Isabella Henriques, coordenadora geral do Projeto Criança e Consumo. Segundo estudo da Universidade de Oxford (Inglaterra), divulgada em março de 2009, já existem evidências suficientes relacionando publicidade à obesidade infantil: uma em cada sete crianças norte-americanas obesas não teria problemas de sobrepeso se não tivesse sido exposta a publicidade de alimentos não saudáveis na TV.
No Brasil, a obesidade já atinge 15% das crianças e os índices só crescem, o que aumenta a necessidade de regulação da publicidade nesse sentido. Em 2008, pesquisa realizada pela UnB a pedido do Ministério da Saúde apontou que as publicidades de alimentos com alto teor de gordura, sal e açúcar predominam nas TVs e revistas.
Reforço
O Idec reforçou a cobrança e encaminhou uma carta ao ministro da Saúde, José Temporão. O documento sugere que o Brasil apresente propostas em relação às recomendações da OMS relativas ao problema na próxima reunião do Conselho Executivo da Assembléia Mundial da Saúde, que acontecerá entre 18 e 23 de janeiro, que reunirá 34 países.
Leia carta enviada para a Anvisa pelo Projeto Criança e Consumo em conjunto com o Idec
http://www.alana.org.br/banco_arquivos/arquivos/docs/legislacao/brasil/carta%20c&c%20e%20idec.pdf
Veja o reforço do Idec
http://www.idec.org.br/pdf/coex-02-2010.pdf
sexta-feira, janeiro 15, 2010
Mantra da Compaixão
Certa vez, Avalokitesvara, o Bodhisattva da compaixão andava pelos prados verdejantes do coração espiritual de um homem justo. Em dado instante, ele sentou-se embaixo de uma árvore frondosa, filha do amor que havia possuído aquele homem.
Então, o senhor da compaixão cantou o mantra da libertação: "Om Mani Padme Hum"... "Om Mani Padme Hum"... Om Mani Padme Hum"...**
Acima, bem no meio do alto da cabeça do homem, brilhou o sol da consciência serena e desperta. Por ali, como se o seu chacra da coroa se transformasse num alto falante interdimensional, ecoou as vibrações do Avalokitesvara para as dez direções e para todos os seres. Por todos os lugares onde chegava a vibração do mantra, correntes se partiram e muitas almas foram libertadas da prisão do ódio em si mesmas.
Por onde o mantra chegava, essas almas escutavam o som do perdão e das correntes se partindo por obra e graça do amor incondicional, que a ninguém jamais condena e a tudo compreende.
O Boddhisattva cantou no coração de um homem justo, e as dez direções estremeceram com as ondas vertidas pela compaixão serena e silenciosa.
E até hoje é assim...
No coração dos justos habita o Boddhisattva da compaixão.
Ele inspira, canta e abraça os homens sofredores das dez direções.
No mundo ninguém ouve a sua canção, mas ele continua partindo as correntes da dor silenciosamente.
"Om Mani Padme Hum"... "Om Mani Padme Hum"... "Om Mani Padme Hum"...
Sentado embaixo da árvore nos prados verdejantes do coração espiritual, o Boddhisattva emana o mantra da jóia no lótus.
Ele tem um grande sonho:
"Libertar a alma da humanidade do jugo do egoísmo, e sentar embaixo de todas as árvores e dizer: Sejam felizes!"
Namaste
Tashi Delek
Sawadeka
Obrigada ...
Lilian
Himachal Pradel -India
Pequenos monjes tibetanos
Crianças do Mundo.
Meninas em Myanmar .
Vida
"...as pessoas perdem muitas coisas devido ao exagerado controle. Seja como um rio selvagem, e muito do que você nem pode sonhar, nem pode imaginar, nem pode esperar, está disponível logo ali, ao seu alcance. Mas abra as mãos; não continue vivendo a vida com mãos fechadas, porque essa é a vida de controle. Viva a vida com as mãos abertas. Todo o céu está disponível; não se contente com menos." Osho
Mais
http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4137061D3
